Frase do dia

Desconfiávamos de que uma máquina subterrânea tivesse operado nas eleições. Faltavam as provas. Agora é investigar

Deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), após a Folha revelar que firma espanhola foi paga para disseminar mensagens pró-Bolsonaro na campanha comentar

19 de junho de 2019, 17:00

SALVADOR Vereadores de Salvador aprovam projetos em meio à polêmicas

Foto: Política Livre

Câmara Municipal de Salvador

Na sessão desta quarta-feira (19), os vereadores de Salvador, em meio à polêmicas, aprovaram diversos projetos de autoria dos legisladores. Se por um lado a oposição foi contra a concessão de título de cidadã soteropolitana a deputada federal Dayane Pimentel (PSL), a bancada do governo na Câmara foi contrário a Moção 66/19, de autoria da vereadora Aladilce Souza (PCdoB), que propõe “aplausos pela atuação do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Em nota, o conselho recomenda por unanimidade o afastamento do ex juiz e atual Ministro da Justiça, Sérgio Moro, e do coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol. A moção foi muito criticada e não passou. O líder do governo na Casa, Paulo Magalhães Jr. (PV), por exemplo, sinalizou que a bancada votaria contra a moção. A integrante do PSC Lorena Brandão também fez um duro discurso, classificando como “ignorância” o pedido. Ela disse ainda ter Moro como “herói da nação”. Outro ponto forte de debate, foi o comentário do também socialista cristão, vereador Ricardo Almeida. “A oposição começou a fazer esse tipo de gesto, ficando contra projeto de resolução de colega, quando na verdade não possui maioria na Casa para bancar essa atitude”, disse. A declaração gerou protestos dos opositores. Por fim, o presidente Geraldo Júnior (SD), após os ânimos se acalmarem, parabenizou os pares pelo votação na véspera do feriado. “Quero parabenizar Vossas Excelências e tornar público através da TV Câmara, Rádio Câmara, do nosso portal e de toda a imprensa o reconhecimento a esta Casa. Valorosos vereadores que aqui estão, respeitando a democracia, o Estado Democrático de Direito e, à véspera de um feriado, votando e desobstruindo a pauta”, elencou.

19 de junho de 2019, 16:49

BRASIL Jean Wyllys vai processar Ratinho por espalhar fake news

Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

Ex-deputado Jean Wyllys (Psol-RJ)

O ex-deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) vai processar o apresentador Ratinho, do SBT, por calúnia e difamação. Durante o programa em que entrevistou o ministro Sergio Moro, na terça (18), o apresentador afirmou que um milionário russo teria dado dinheiro para um jornalista. “Esse jornalista é namorado de um deputado e comprou o mandato do deputado Jean Wyllys. Tudo isso eu recebi, não sei se é fake news. Recebi! Se for verdade, é muito maior do que a gente imagina. Porque envolve outro país”, disse Ratinho durante o programa. Depois da divulgação do escândalo das mensagens de Moro com procuradores da Lava Jato, o site The Interpect Brasil e seu editor, o jornalista Glenn Greenwald, começaram a sofrer ataques na internet e a ser alvos de notícias mentirosas. Uma delas dizia que Greenwald era financiado por um bilionário e que tinha comprado o mandato do ex-deputado Jean Wyllys -que teria renunciado para que seu marido, David Miranda (PSOL-RJ), que era suplente, assumisse. A fake news foi disseminada por uma página chamada “O Pavão”. “Como disse um texto [publicado na revista Veja], ‘é sordidez de Ratinho. Ele sabe que tudo não passou de uma fake news. Se não sabia, deveria saber'”, diz Jean Wyllys. “Ratinho teria sido contratado por milhões como estrela da campanha pela reforma da Previdência do governo Bolsonaro [referindo-se a notícia de que o apresentador teria recebido R$ 285 mil para participar da campanha]. O espaço conferido a Moro em seu programa não é desinteressado nem movido a interesse jornalístico, portanto”, diz Wyllys. “Tampouco o fato de ter disseminado uma evidente fake news contra mim durante a entrevista do ministro da Justiça de Bolsonaro acusado de usar o judiciário para prejudicar deliberadamente adversários políticos. Isso precisa estar claro”, segue o ex-parlamentar.

Folhapress

19 de junho de 2019, 16:37

SALVADOR Rodoviária e Ferry Boat operam com sistema especial para atender usuários com destino ao interior no São João

Para as pessoas que irão aproveitar os festejos juninos no interior do estado, um esquema especial de transporte foi montado para atender a demanda do público no Terminal Rodoviário de Salvador e no Sistema Ferry Boat. A previsão da Agerba é de que até o próximo dia 24 de junho cerca de 180 mil passageiros utilizem a rodoviária para deixar a capital com destino a cidades do interior do estado. Para atender a demanda foram disponibilizados 1.800 horários extras saindo do terminal rodoviário, além dos 540 que já são oferecidos normalmente. Segundo o coordenador de fiscalização da Agerba, Abdul Ramid, nesta quarta-feira (19), que antecede o feriado de Corpus Christi, a rodoviária deve registrar o maior número de usuários, chegando a 55 mil passageiros. “Além dos horários extras que disponibilizamos, nós também estamos prontos para ampliar essa oferta caso se faça necessário. Entre as cidades mais procuradas estão Amargosa, Cruz das Almas, Santo Antônio de Jesus, Irecê e todo o extremo sul e sudoeste do estado de forma geral. Orientamos ainda que os usuários estejam na rodoviária com antecedência mínima de 30 minutos e que se atentem para o fato de que, neste período, se formam grandes congestionamentos nas imediações da rodoviária”. O coordenador ainda acrescenta que para um embarque rápido e tranquilo, é necessário o passageiro estar atento para as regras de despacho de bagagens. Cada pessoa poderá levar uma mala de mão de até cinco quilos no interior do ônibus. As bagagens maiores serão transportadas no bagageiro e podem pesar até 20 quilos. Neste período de festas, fica proibido o transporte de substancias inflamáveis de qualquer tipo, principalmente fogos de artifício. Os adolescentes menores de 16 anos só poderão viajar acompanhados pelos pais e/ou responsáveis ou com autorização especial do Juizado de Menores.

19 de junho de 2019, 16:30

SALVADOR Concessão de título a Dayane Pimentel é criticada por veredores de oposição

Foto: Divulgação

Deputada federal Dayane Pimentel (PSL)

Após dias improdutivos, os vereadores de Salvador, na véspera do feriado de Corpus Crhisti e festejos juninos, voltaram a atuar. Na sessão desta quarta-feira (19), por exemplo, criou polêmica o posicionamento da bancada de oposição contrário à concessão de título de cidadã soteropolitana à deputado federal Dayane Pimentel (PSL). A proposição é de autoria do vereador Alexandre Aleluia (DEM). O socialista Silvio Humberto, por exemplo, enfatizou que não poderia se posicionar a favor da homenagem à presidente do PSL baiano. “Eu não posso votar a favor de alguém que foi contra as cotas raciais. Seria ir contra a minha historia”, frisou. Assim como ele, o petista Suíca elencou que, apesar da sua relação de amizade com Alexandre Aleluia, não poderia ser a favor de uma proposição que homenageia a esposa de um secretário municipal [Alberto Pimentel] que não respeita a Casa, os vereadores. Ele citou ainda que Dayane também é contra o avanço da educação no país. Marcos Mendes (PSOL) também se posicionou e lembrou que a deputada do PSL é contra o povo negro. O vereador Orlando Palhinha (DEM), após encaminhar voto contrário, classificou como antiético votar contra projeto de resolução”.

19 de junho de 2019, 16:30

BAHIA Bandidos põem fogo em carro com jornalista dentro do porta-malas

Vítima de um assalto na cidade de Esplanada, norte da Bahia, o jornalista baiano Jony Torres viveu momentos de terror na noite desta segunda-feira (17), quando foi trancado no porta-malas de seu próprio carro, que foi incendiado pelos bandidos. Torres, que é repórter da TV Bahia, afiliada da Rede Globo no estado, percorria de carro uma área da zona rural de Esplanada, onde tem uma fazenda, quando foi abordado por dois assaltantes que estavam em uma moto. O jornalista ficou cerca de 30 minutos em poder dos bandidos, que entraram no carro e o fizeram dirigir para uma região deserta em meio a plantações de eucalipto. Lá, roubaram a carteira do jornalista, que tinha R$ 400, e insistiram que ele entregasse o seu telefone celular. Torres, contudo, havia esquecido o aparelho na fazenda quando saiu.

Irritados por não terem conseguido o telefone celular, os bandidos deram tapas no rosto de Torres, ameaçaram matá-lo e, por fim, trancaram-no dentro do porta-malas do carro. Antes de deixarem o local, os bandidos jogaram combustível no carro e o incendiaram. Torres conseguiu escapar do porta-malas ao destravar o banco traseiro do carro e fugir por uma das portas. Ele não se feriu. Depois de esconder-se em um matagal, o jornalista foi encontrado por moradores da região, que chamaram a polícia. Em publicação em suas redes sociais, Torres classificou o assalto como o “momento mais difícil” da vida para ele e sua família. “Estamos todos muito angustiados, com medo, mas confiantes que este pesadelo vai acabar e o mais rápido possível iremos retomar nossa rotina de vida”, disse o jornalista. Ele afirmou estar fisicamente bem, mas destacou que o efeito do terror psicológico praticado pelos assaltantes: “Ainda me tira o sono”. Em nota, a Polícia Civil da Bahia informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Esplanada, cujos agentes realizam incursões para identificar e prender os autores do crime.

Folhapress

19 de junho de 2019, 16:19

BRASIL Renan Calheiros não quer saber de hackers, só de delação

Foto: Estadão

Ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL)

O ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), não quis fazer perguntas ao ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) sobre as mensagens atribuídas a ele e a procuradores da República que atuam na Operação Lava Jato. Na audiência pública realizada nesta quarta, 19, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a preocupação de Renan era saber se Moro já havia homologado delações premiadas antes da Lei 12.850, que entrou em vigor em 2013 e disciplina os acordos dessa natureza. Moro indicou que, antes da promulgação da 12.850, já havia normas que previam a delação premiada, como a lei 9034/1995, com redução de sanções em caso de colaboração. No início de sua participação, Renan disse que a ida de Moro à audiência pública é um ensaio do ministro para quando retornar ao Senado numa eventual sabatina para a cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal. Na audiência, Moro disse por diversas vezes que nunca recebeu promessa do presidente Bolsonaro de que se aceitasse ocupar o Ministério da Justiça seria indicado para a Corte máxima. Para o ex-juiz da Lava Jato, ‘a colaboração por escrito é apenas uma questão de forma, tendo a Lei 12.850 regulado o dispositivo de maneira mais explícita’. Moro declarou que já houve colaborações anteriores a tal norma, realizadas pelo Ministério Público, uma vez que já havia autorização legal. Renan também questionou o ministro sobre o apoio às 10 Medidas do Ministério Público para combater a corrupção e a improbidade. Moro disse que sua posição era de ‘apoio, com algumas divergências eventuais em alguns pontos’. O ministro destacou, no entanto, que após votação na Câmara houve uma mudança substancial no texto. “Não sei exatamente em que termos isso está aqui no Senado, me disseram que foi feito um novo relatório”, disse. O ministro afirmou que ‘não existia qualquer espécie de interlocução maior com o (então procurador-geral) Rodrigo Janot’. Anotou que ele e o ex-chefe do Ministério Público Federal tinham ‘papéis diferentes’. Indagado sobre Marcelo Miller, ex-procurador do Ministério Público Federal que responde por corrupção supostamente praticada durante as negociações de acordo de delação do Grupo J&F, Moro afirmou que não participou das investigações. O ministro observou que, eventualmente, até poderia discordar do mérito de algumas homologações que passaram por ele, mas indicou que tinha a posição de tratar os acordos com deferência ‘já que se tratava de uma escolha das partes, um acordo que cabe ao Ministério Público e ao colaborador’.

Estadão

19 de junho de 2019, 16:07

BRASIL Joice: debate sobre capitalização pode ser retomado mesmo depois da reforma

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-PR), afirmou nesta quarta-feira, 19, que o debate em torno da criação do regime de capitalização não está “seputaldo” e pode ser retomado mesmo após a possível aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso. Ela também afirmou que o governo atuará para reincluir os Estados e municípios na proposta. Os dois pontos foram retirados da reforma no relatório apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) na semana passada, por não contarem com apoio robusto dos parlamentares. “Se não conseguirmos voltar com a capitalização no plenário, podemos debatê-la depois, debate não está sepultado”, disse. Joice discursou na segunda sessão de debates da comissão especial da reforma da Previdência e elogiou o parecer de Moreira ao dizer que ele teve “coragem” de enfrentar pontos defendidos por grupos de interesses diversos. “Queremos reconstruir o país pela base e a base é a Previdência, que vai destravar a economia. A reforma tem que ser aprovada, se não, é só discurso”, afirmou. Joice disse ainda que a reforma apresentada pelo governo Bolsonaro e discutida pelos deputados irá gerar o dobro de economia do que a reforma que havia sido proposta pelo ex-presidente Michel Temer.

Estadão

19 de junho de 2019, 15:58

BAHIA Em Varzedo, Rui inaugura recuperação de 45 quilômetros da BA-026

Poucos dias antes do São João, municípios de uma das regiões mais disputadas dos festejos juninos são beneficiados pela recuperação de 45 quilômetros da BA-026. O trecho em questão liga Santo Antônio de Jesus a Amargosa, passando por Varzedo, e foi entregue pelo governador Rui Costa na tarde desta quarta-feira (19). Durante a inauguração, em Varzedo, Rui pediu “cautela às pessoas, principalmente nesse período de festa. Não é porque a estrada está nova que os motoristas podem pisar fundo. Toda cautela é pouca. Essa é uma época que chove e muita gente bebe também. Então, se for beber, não dirija. Que todo mundo possa comemorar o São João com alegria”. A intervenção recebeu um investimento de R$ 18,2 milhões, beneficiando 180 mil habitantes de seis municípios da região. “É um grande presente às vésperas dos festejos de São João da região. São mais 45 quilômetros para somar aos mais de cinco mil quilômetros de rodovias que o governador Rui Costa já entregou à Bahia”, destacou o secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti. A família da servidora pública Jane Costa tem uma fazenda há 70 anos às margens da BA-026. Ela disse ter ficado “surpresa com a qualidade da estrada. Essa melhoria, inclusive, foi o motivo de eu decidir passar o São João por essas bandas, após tantos anos”.

19 de junho de 2019, 15:45

BRASIL Moro: vaga no Supremo é fantasia, Bolsonaro nunca me prometeu nada nesse sentido

Foto: Eraldo Peres/AP

Ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro

O ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro, negou que tenha condicionado o convite para assumir o cargo no governo a uma indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF). “É uma fantasia”, classificou Moro, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro nunca prometeu nada nesse sentido. “Não sei se vou querer, não sei se ele vai me oferecer, não é uma questão posta agora no radar”, declarou Moro durante a audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A declaração foi feita em resposta ao senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar relatou que estava com o pai quando o presidente conheceu Moro e também negou que tenha havido a promessa de uma vaga no STF. “Não há nenhum vínculo, nenhum compromisso formado sobre isso”, disse Flávio Bolsonaro. Anteriormente, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) havia classificado a audiência com Moro como uma “preliminar” de um sabatina para o Supremo Tribunal Federal (STF), fazendo referência à possível indicação do ex-juiz para uma vaga na Corte. Ele questionou Moro por ter supostamente homologado uma colaboração premiada antes da Lei 12.850, de 2013. O ministro afirmou que, antes de 2013, outras leis já autorizaram acordos de diminuição de pena. Questionado pelo parlamentar sobre o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e o ex-procurador Marcelo Miller, Moro comentou que não tinha relação de trabalho com os dois.

Estadão

19 de junho de 2019, 15:35

EXCLUSIVA Governo tenta apagar incêndio por distribuição de cargos; Irritado, Félix evitou sentar à mesa

Foto: Divulgação

Presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Júnior

Conforme esse Política Livre antecipou em primeira mão, o clima esquentou em reunião entre a secretária estadual de Relações Institucionais, Cibele Carvalho, e líderes partidários que integram a base do governador Rui Costa (PT) por discordarem dos critérios estabelecidos para a esperada divisão dos cargos do segundo e terceiro escalões, bem como os regionais. A tarefa agora é apagar o incêndio gerado entre aliados. Informações chegadas à reportagem dão conta de que, além da exigência de nomes técnicos para as indicações, que teria desagradado em cheio a alguns dirigentes partidários, também não estaria sendo engolido o fato de os maiores beneficiários da repartição de posições serem o PT e PSD, conforme alegam deputados da base. Um dos que se irritaram teria sido o presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Júnior, que teria desgostado também da divisão dos postos do primeiro escalão. Na Serin, ele chegou a ouvir as novas exigências e saiu sem se sentar à mesa. Mas antes não hesitou em disparar que dessa forma não discute as eleições de 2020. Porém, um entendimento já estaria acontecendo neste sentido.

19 de junho de 2019, 15:25

BAHIA Donos de veículos com placas de finais 7 e 8 têm 5% de desconto no IPVA

Os contribuintes que possuem veículos com placas de finais 7 e 8 têm até os dias 26 e 27 de junho, respectivamente, para quitar o Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) com 5% de desconto, em cota única. O alerta é da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-Ba), que dá ainda a opção de pagar o IPVA em três parcelas. Para aderir ao parcelamento, o pagamento da primeira cota deve ser feito nas mesmas datas do vencimento do desconto de 5%, isto é, 26 e 27 de junho. Caso os proprietários prefiram quitar o tributo em cota única, sem desconto, os prazos são até 29 de agosto, para carros de placas final 7, e 30 de agosto, para automóveis de final de placa 8. Para efetuar o pagamento, o contribuinte deve dirigir-se a uma agência ou caixa eletrônico do Banco do Brasil, Bradesco ou Bancoob, com o número do Renavam em mãos. Neste mês de junho, os donos de veículos de placas de finais 3, 4, 5 e 6 também devem estar atentos ao pagamento do IPVA. Os proprietários de automóveis com finais de placa 3 e 4 devem pagar até os dias 27 e 28/06, respectivamente, a terceira cota, para quem parcelou o tributo, ou a cota única sem desconto. Por serem os prazos finais para essas placas, caso percam as datas, esses contribuintes já serão considerados inadimplentes com o IPVA 2019. Já os donos de veículos com placas 5 e 6 que dividiram o imposto em três vezes precisam quitar a segunda cota até 27 e 28 de junho, respectivamente. As datas de vencimento para as demais placas podem ser consultadas no calendário do IPVA 2019, disponível no site da Sefaz-Ba (www.sefaz.ba.gov.br), Canal Inspetoria Eletrônica, IPVA. Os débitos referentes à taxa de licenciamento e às multas de trânsito deverão ser pagos até a data de vencimento da terceira parcela. Os débitos anteriores do IPVA ainda não notificados também podem ser divididos em três vezes, juntamente com o IPVA 2019. No entanto, o proprietário que perder o prazo da primeira cota deixa de ter o direito ao parcelamento em três vezes. Já o seguro obrigatório deverá ser pago integralmente até o vencimento da primeira parcela do imposto, em caso de parcelamento do IPVA.

19 de junho de 2019, 15:18

BRASIL No Senado, Wagner defende renúncia de Moro e compara revelações a Watergate

Foto: Reprodução/Globo News

Senador Jaques Wagner (PT)

Em sabatina com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado nesta quarta-feira (19), o senador baiano Jaques Wagner (PT) mais uma vez defendeu que o ex-juiz deveria se afastar do cargo para que se tenha uma devida investigação de supostas mensagens entre ele e membros da operação Lava Jato. O petista também criticou o fato do então juiz desclassificar o jornalista Glenn Greenwald, do “The Intercept Brasil”, que ganhou o prêmio Pulitzer, maior condecoração do jornalismo mundial. No questionamento, Wagner citou que Moro estava tentando impedir o “jornalismo investigativo” como feito, segundo ele, pelo jornalista americano, comparando ao caso do Watergate, que culminou com a renúncia do então presidente americano Richard Nixon.

Sobre o fato de Moro dizer sempre sobre “sensacionalismo” ao se referir sobre os divulgamentos do site, o senador baiano ironizou que as operações da Lava Jato sempre se pautou, em sua opinião, do mesmo artifício ao cumprir mandatos de apreensão com carros plotados, presença da imprensa e vazamentos de conteúdos de delações premiadas. Wagner, inclusive, relembrou do caso em que o então juiz Moro liberou áudios de uma conversa entre os ex-presidentes Lula e Dilma. Ao responder, Moro – como disse em todos os questionamentos – voltou a desafiar Greenwald a divulgar as supostas conversas entre ele e procuradores da força-tarefa às autoridades ou ao Supremo, e condenou a “ação criminosa” de hackers em curso no país. Ao falar do caso Watergate, o ministro lembrou que não se pode comparar o que está sendo feito aqui no Brasil, já que os conteúdos na íntregra eram divulgados a vários jornalistas e não em “conta-gotas”. Sobre a possibilidade de se afastar do cargo, Moro disse que sairia se achasse que cometeu algum delito, mas que este não seria o caso.

19 de junho de 2019, 15:00

BRASIL Coronel diz que recusa de Moro em autorizar o Telegram a fornecer dados é atitude de quem tem “culpa no cartório”

Foto: Divulgação

Senador Angelo Coronel (PSD)

O senador Angelo Coronel (PSD) não saiu satisfeito da audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com o ministro da Justiça Sérgio Moro para esclarecer supostas mensagens trocadas entre ele e procuradores da operação Lava Jato. Para ele, a recusa do ministro em autorizar o Telegram a fornecer dados sobre as conversas vazadas pelo site Intercept Brasil é atitude de quem tem “culpa no cartório” e a busca por esclarecimentos não cessará. “Acabei de sair da audiência na CCJ do Senado Federal com Moro sobre mensagens entre ele e Dallagnol. Continuamos na busca por esclarecimentos. Não quero e nem farei pré-julgamento, mas é importante, já que ele diz que não há nada de errado, que as partes forneçam acesso às conversas para sabermos a verdade”, ponderou, complementando que a polêmica está colocando uma mancha na justiça brasileira. “Se realmente ficar comprovado a veracidade das mensagens fica comprovado também que houve conluio com o Ministério Público Federal, ou seja, com os procuradores da Lava Jato. E o que nós queremos é esclarecer. Apenas pedi só ministro o seu sigilo do Telegram para que fosse investigado se ele escreveu essas mensagens ou que o procurador Deltan Dellagnol entregue o celular, mas, até então, Moro se recusa a autorizar o Telegram a fornecer esses dados como se tivesse culpa no cartório”, reforçou.

19 de junho de 2019, 14:51

BRASIL ‘É um crime em andamento’, afirma Moro sobre ação de hackers que o desafiam

O ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) afirmou nesta quarta, 19, que a ação de hackers ‘é um crime em andamento’. Em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Moro reafirmou a versão de que ‘não há nada que denote qualquer quebra de imparcialidade ou de anormalidade’ nas mensagens a ele atribuídas. “Despido o sensacionalismo não existe qualquer anormalidade. O que temos aqui é um crime em andamento”, declarou o ministro. “Foram hackeados os celulares dos procuradores, sabe-se quem mais quem, jornalistas, parlamentares, aparentemente querendo obter mensagens. Na minha avaliação não acharam nada que comprometesse.” Moro disse que não usa mais o Telegram desde 2017. “Esse material (do seu celular) não existe mais em nenhum lugar. Tentaram invadir, recentemente, meu terminal.” O senador Eduardo Braga (MDB/AM) questionou sobre a divulgação do grampo que pegou o ex-presidente Lula e a então presidente Dilma, em março de 2016. “Não foi um processo fácil, foram quatro anos de processos difíceis. Não raras vezes com obstrução de Justiça, tentativa de intimidação do juiz, de procuradores, policiais. Caminhamos com muita dificuldade.” Segundo Moro, o episódio a que Braga se referiu é diferente do caso atual em que, segundo ele, há um ataque de hackers. “Ali (no caso do grampo Lula/Dilma) havia uma interceptação autorizada judicialmente. Pode-se até discutir a decisão, legal e publicizada. Existia prova decorrente nos autos. Nada ali foi ocultado, nada ali foi liberado a conta gotas. Uma coisa completamente diferente. Aqui há um ataque de um grupo criminoso de hackers contra autoridades. O material está sendo disponibilizado de maneira opaca à sociedade.” Indagado sobre o operador Tacla Duran, Moro foi enfático. “Em relação a esse indivíduo, o tal do Tacla Duran, é uma história requentada, uma história de 2017, história estapafúrdia. Essa pessoa é um lavador profissional de dinheiro, foragido do País, saiu do País para escapar do processo basicamente. Isso não tem nada em relação a essa pessoa, salvo fantasia de um criminoso querendo atacar o juiz e os investigadores.”

Agência Brasil

19 de junho de 2019, 14:35

ECONOMIA OIT pede que governo brasileiro avalie impactos da reforma trabalhista

A Comissão de Aplicação de Normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) pediu que o governo brasileiro avalie a necessidade de mudanças na Lei 13.467/2017, conhecida como reforma trabalhista. A comissão analisava se a reforma trabalhista feria a Convenção 98 da agência multilateral da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual o Brasil é signatário. A conclusão, apresentada nesta quarta-feira (19) na Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra (Suíça), é que o governo brasileiro deve continuar analisando os impactos da reforma e decidir se são necessárias adaptações. Isso deve ser feito em conjunto com entidades de trabalhadores e empregadores. A comissão da OIT solicita ainda que o Brasil elabore um relatório, em cooperação com entidades representativas de trabalhadores e empregadores, para ser apresentado a um comitê de especialistas dentro do ciclo regular de análise do Brasil em relação à Convenção 98.

Agência Brasil